Texto Público

  • Punto de Antigravedad

    Trabajando con las corrientes de aire que sobrevuelan el cielo de Porto Alegre el proyecto Punto de antigravedad estableció una red de comunicación anárquica y expansiva. Desde diferentes parques de la ciudad y a lo largo de diez días de trabajo, un carro invitó a los ciudadanos de Porto Alegre a enviar mensajes al cielo sujetos a globos de helio. Cada atardecer un centenar de globos con una pequeña luz adherida a los mismos fueron proyectados al cielo conformando una nueva constelación en el estrellado cielo nocturno. Luego de doce horas de vuelo, los mensajes descendieron en los rincones más remotos de la ciudad. Cada uno de ellos llevaba, además, una inscripción solicitando al fortuito destinatario que puntualice el sitio exacto donde fue hallado. Toda la información recibida fue utilizada para diseñar un mapa que grafica el movimiento de las fuerzas invisibles que atraviesan a diario el territorio urbano.

     

  • Projeto

    Um mapa híbrido, catalizador/localizador, uma ficção. O desenho de um sistema de localização imaginário e o da cidade de Porto Alegre. O trabalho estabelece dois momentos distintos e interligados, o primeiro, o posicionamento de cada artista em um fluxo direcional, criando ruídos e bloqueios temporários, o segundo, a sinalização das ações e intervenções feitas na cidade.
    A.K.

  • Proyecto

    Hay dos voces que se inscriben en el espacio público. Una es la nuestra: fugaz, provisoria y temporal. La otra es permanente: monumental, de piedra y bronce. El corcho es nuestro material, capaz de acomodarnos a todos, aun si es por una duración corta. En este monumento tan solo se requiere un poco de papel, un lápiz, y un par de chinches para publicar nuestra voz.

    P. R. J.

     

  • Experiência de Cinema

    Experiência de Cinema é um projeto de projeção intermitente de imagens fotográficas sobre uma tela volátil, isto é, uma cortina de fumaça que permanece no espaço apenas por alguns segundos, deformando, distorcendo, dando espessura e movimento às imagens estáticas. Fumaça e imagem surgem e desaparecem simultaneamente, criando a sensação de que a imagem é uma decorrência da materialidade efêmera - ou quase imaterialidade - da cortina. Uma homenagem aos ilusionistas e criadores da imagem em movimento, o projeto foi concebido como um experimento de arqueologia do cinema, se reportando às primeiras experiências de viagem de imagem, através de mecanismos de projeção e das lanternas mágicas, realizadas entre os séculos 16 e 17.
    As imagens sobre a fumaça compõem 4 prog ramas: "filme de amor", "filme policial", "filme de guerra" e um "filme de família".  R.R.

  • Kosmodrom

    Ocupando um lugar híbrido entre uma arquitetura portátil e um equipamento urbano, Kosmodrom articula uma disponibilidade multifuncional para um público involuntário que se desloca pela cidade, e então encontra pela frente uma situação inusitada que o provoca e o incita.  Posicionado diretamente no ambiente urbano,  o trabalho ganha força e sentido a partir da relação com   outros elementos constitutivos desse ambiente, estando sua condição de multifuncionalidade diretamente associada às possibilidades funcionais desses outros elementos da cidade. A partir de escalas de inclusão, pretende gerar alguma consciência crítica urgente fazendo ver o quanto e como o ambiente construído nos afeta, nos condiciona, nos estressa, nos aborrece ou nos deixa felizes, nos encanta e mesmo nos define, já que, em nossos corpos ambulantes, nós também somos a cidade.

    D. A.

     

  • Projeto

    Solenidade de hasteamento da bandeira Ao Vivo.  Estado de presença. Coexistência de universos.

    C.L.

     

  • MICROFÔNICO

    Instalação sonora.

    Motor, trilho, microfone, amplificador de guitarra, cabos, pedal de efeito, temporizador, pedal industrial e 28 vasos cilíndricos de vidro, todos com 40cm de altura, 7 com 10cm de diâmetro, 7 com 15cm de diâmetro, 7 com 18cm de diâmetro e 7 com 20cm de diâmetro.

    Dimensões totais aproximadas: 3m de altura X 5,30m de comprimento X 30cm de largura.

    Junto a parede vinte e oito cilindros de vidro de diferentes diâmetros são posicionados lado a lado. A 3 metros de altura é instalado na parede o trilho com o motor que conduz o microfone pendurado por seu próprio cabo. Ele passa rente a boca dos vidros captando as vibrações criadas a partir da reverberação do espaço interno do vidro. Ouve-se então uma microfonia amplificada e a medida que o microfone vai passando sobre os vidros de diferentes tamanhos, diferentes frequências e notas vão surgindo, criando uma composição sonora parcialmente programada e parcialmente randômica. Para ligar o motor que movimenta o trilho e conduz o microfone é necessário que o espectador ative o pedal industrial que se mantem ligado por um período pré-determinado pelo temporizador.

    CH. F:

     

  • Flat Sounds


    Projeto de intervenção pública para a 7 Bienal do Mercosul. Um trecho de rua foi escolhido para abrigar uma escultura essencialmente sonora e de percepção visual discreta.  Uma série de sonorizadores de asfalto foram dispostos ao longo de um trecho de estrada em diferentes distâncias e formatos específico. O condutor que ali trafegou, avisado por uma placa de que havia uma velocidade ideal para se conduzir naquele local, absorveu os relevos no asfalto através do veículo e ouviu um ritmo musical. A percepção deste código era modificada segundo a aceleração ou retardamento do auto. Cabendo ao motorista essa escolha, sendo ele o motriz que se movia nessa planificada caixa-de-música.

    C.

     

  • Cíclope

    Cíclope es una obra que reflexiona sobre el poder del pensamiento y las consecuencias de su manipulación. Un sistema nervioso, combinación de árbol con electricidad, es coronado por una luz extrema en lo alto y despide rayos en todas direcciones hasta que es atrapado y controlado por una gran capa negra que gira sobre su cabeza. Un hueco en la capa hace de único ojo al gigante y condensa su luz en un rayo que recorre el espacio, a veces guiando y otras persiguiendo.

    E.B.

     

  • Domingos Violeta

    Domingos Violeta compreende duas ações: uma explosão de fumaça e uma distribuição de algodão doce, ambos na cor densamente violeta.

    A fumaça propoe significados paradoxais, pois ao mesmo tempo em que alude a violência e a guerra tambem esta ligada à celebração. Tanto a  matéria quanto o seus significados são instáveis. As ações da fumaça foram programadas para os domingos e duraram  de 15 a 20 minutos no rio Guaíba. A escolha do domingo responde a vontade de compartilhar  essa escultura momentânea com a cidade, no local e no dia de maior visitação publica em Porto Alegre.

    Para enfatizar  o componente da instabilidade, propus a ação do algodão doce, que possibilita ao espectador não apenas visualizar a fumaça como experimentar sua textura, sempre em transformação. A distribuição do algodão doce ocorreu nas tardes de quinta-feira a domingo na região do Gasômetro.

    A cor viloleta possui um dos menore de onda da luz visível, é a última cor visível no espectro, a cor mais próximo do indistinguível.

     C. S.

     

  • Estación autosuficiente purificadora de agua

    No me interesa invitar a la realidad a participar del arte por el contrario quiero que el arte se inserte dentro de la realidad y viceversa, generando una mímica, una escultura absurda de un contexto social real. No es mi intención crear un trabajo que se camufla en la realidad sino por el contrario generar una reflexion sobre la imposibilidad de unir a ambos. Trabajo con estructuras sociales preexistentes como por ejemplo, la religión, la psicología, grupos new age, etc y las altero, creando un espejo que altera sutilmente la imagen si mismas de forma objetiva. Mis trabajos a simple vista poseen un carácter naïve, este carácter navie actua como mi propio punto de partida en el desarrollo de mi practica, y simultaneamente es un requisito para el espectador que contempla y experimenta el trabajo, esta aproximación permite al obserbador generar su propia conclusión. En este proyecto desarrollado para la 7° Bienal del Mercosur cree una embarcación que flota en el río, sentí que el río era el único espacio de la ciudad que ya era una reflexión en sí misma, ya que el
    agua que POA consume y utiliza es la misma agua donde se terminan sus cloacas. La embarcación que cree actuaba como una estación de investigación acuática autosuficiente donde el agua era purificada y luego devuelta al rio. Parte de esta agua la consumí yo mismo durante el tiempo que pase sobre el trabajo, ya que al devolverla a través de la
    orina al río formaba parte del ciclo que recorre el agua en esta ciudad. Esta balsa es una escultura flotante, una mímica pobre, absurda y torpe de una embarcación que podría cruzar el atlántico o remontar el amazonas
    purificando el agua durante una hipotética catástrofe. Este es un trabajo que realize en colaboracion con el biólogo Bernardo Laser.

    Eduardo Navarro

  • Ao Vivo
    Ao Vivo

    2009

    Ação com banda e bandeira

    Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul

    Foto: Eduardo Seidl

    Cristiano Lenhardt
  • Ao Vivo
    Ao Vivo

    2009

    Ação com banda e bandeira

    Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul

    Foto: Eduardo Seidl

    Cristiano Lenhardt
  • Ao Vivo
    Ao Vivo

    2009

    Ação com banda e bandeira

    Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul

    Foto: Eduardo Seidl

    Cristiano Lenhardt
  • ProjetoFotojornalismo
    ProjetoFotojornalismo

    2009

    Fotografia

     

    Mauro Restiffe
  • Mapa Texto Público
    Mapa Texto Público

    Crédito: Foto Del Re/ Stein

    contexto
  • Sala de Monitores - Armazém A5
    Sala de Monitores - Armazém A5

    Foto: Del Re/ Stein

    contexto
  • Experiência de Cinema
    Experiência de Cinema

    2004/2005
    Projeção em cortina de fumaça
    Coleção da artista, Rio de Janeiro

    Foto: Del Re/Stein

    arquivo / imagem / projeção / Rosângela Rennó
  • Experiência de Cinema
    Experiência de Cinema

    2004/2005
    Projeção em cortina de fumaça
    Coleção da artista, Rio de Janeiro

    Foto: Del Re/Stein

    arquivo / imagem / projeção / Rosângela Rennó
  • Experiência de Cinema
    Experiência de Cinema

    2004/2005
    Projeção em cortina de fumaça
    Coleção da artista, Rio de Janeiro

    Foto: Del Re/Stein

    arquivo / imagem / projeção / Rosângela Rennó
  • Experiência de Cinema
    Experiência de Cinema

    2004/2005
    Projeção em cortina de fumaça
    Coleção da artista, Rio de Janeiro

    Foto: Del Re/Stein

    arquivo / imagem / projeção / Rosângela Rennó
  • Projeto Fotojornalismo
    Projeto Fotojornalismo

    ProjetoFotojornalismo, 2009
    Fotografia
    Coleção: Galeria Fortes Vilaça

    Foto: Del Re/Stein

    construção de sistemas / contexto / limite / Mauro Restiffe
  • Microfônico I e II
    Microfônico I e II

    2009
    Construção sonora
    Coleção dos artistas (Cortesia Progetti, Rio de Janeiro)

    Foto: Del Re/Stein

    alteração dos sentidos / caixa de ressonância / Chelpa Ferro - Luiz Zerbini, Sergio Mekler e Barrão
  • Flat Sounds
    Flat Sounds

    Flat Sounds, 2009
    Sinalizadores sonoros sobre via pública
    Coleção do artista, Rio de Janeiro
    Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul

    Foto: Del Re/Stein

    Cadu / circulação / invenção
  • Flat Sounds
    Flat Sounds

    Flat Sounds, 2009
    Sinalizadores sonoros sobre via pública
    Coleção do artista, Rio de Janeiro
    Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul

    Foto: Del Re/Stein

    Cadu / circulação / invenção
  • Kosmodrom
    Kosmodrom

    2009                             

    Construção em  madeira e compensado multilaminado.

    Coleção do artista, Pelotas

    Foto: Del Re/Stein

    Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul

    Foto: Del Re/Stein

     

    ação / cidade city cite / Daniel Acosta / espaço público
  • Publicar
    Publicar

    2009

    Rochas de granito, cortiça e tachas

    Coleção do artista, Nova York

    Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul  
    Foto: Del Re/Stein

     

    ação / escrita / espaço público / Paul Ramírez Jonas
  • Publicar
    Publicar

    2009

    Rochas de granito, cortiça e tachas

    Coleção do artista, Nova York

    Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul  
    Foto: Del Re/Stein

     

    ação / escrita / espaço público / Paul Ramírez Jonas
  • Ciclope
    Ciclope

    2009

    Construção luminosa

    Coleção do artista, Buenos Aires

    Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul  
    Foto: Eduardo Basualdo

     

    árvore / Eduardo Basualdo / imagem / invenção / irradiação / projeção
  • Ciclope
    Ciclope

    2009

    Construção luminosa

    Coleção do artista, Buenos Aires

    Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul  
    Foto: Eduardo Basualdo

     

    árvore / Eduardo Basualdo / invenção / projeção
  • Ciclope
    Ciclope

    2009

    Construção luminosa

    Coleção do artista, Buenos Aires

    Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul  
    Foto: Eduardo Basualdo

     

    árvore / Eduardo Basualdo / imagem / invenção / projeção
  • Tapume
    Tapume

    2009

    Construção com compensado flexível, canos de pvc e compensado  reciclado.

    Coleção do artista, São Paulo

    Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul  
    Foto: Del Re/Stein

     

    cidade city cite / espaço público / Henrique Oliveira
  • Portuñol
    Portuñol

    2008

    vídeo Portuñol / Portunhol

    10'

    Cortesia da artista

    Absurdo / Biografias Coletivas / Desenho das Ideias / dicionário / Ivana Vollaro / Portuñol / Radiovisual
  • Domingos Violeta
    Domingos Violeta

    2009

    Ação com fumaça e algodão doce

    Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul

    Foto: Del Re/Stein

    Camila Sposati
  • Publicar
    Publicar

    2009

    Rochas de granito, cortiça e tachas

    Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul

    Foto: Del Re/Stein

    Paul Ramírez Jonas
  • TIPI
    TIPI

    2009

    Construção flutuante

    Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul

    Foto: Del Re/Stein

    Eduardo Navarro
  • Microfonico I e II
    Microfonico I e II

    2009
    Construção sonora
    Cortesia Progetti, RJ
    Foto: Del Re/Stein

    alteração dos sentidos / caixa de ressonância / Chelpa Ferro - Luiz Zerbini, Sergio Mekler e Barrão
  • Guerra dos Mundos

    Ouça um mini documentário em HOMENAGEM AOS 71 ANOS de transmissão da radionovela GUERRA DOS MUNDOS, de Orson Welles.// 

    Radiovisual
  • VERMELHOR-Performance para las gráficas urbanas olvidadas
    VERMELHOR-Performance para las gráficas urbanas olvidadas

    2009

    Foto: Zoe Di Rienzo

     

    ação / artista como ator social / espaço público / Patricio Larrambebere
  • VERMELHOR-Performance para las gráficas urbanas olvidadas
    VERMELHOR-Performance para las gráficas urbanas olvidadas

    2009

    Foto: Zoe Di Rienzo

     

    Patricio Larrambebere
  • VERMELHOR-Performance para las gráficas urbanas olvidadas
    VERMELHOR-Performance para las gráficas urbanas olvidadas

    2009

    Foto: Zoe Di Rienzo

     

    Patricio Larrambebere
  • VERMELHOR-Performance para las gráficas urbanas olvidadas.
    VERMELHOR-Performance para las gráficas urbanas olvidadas.

    2009

    Foto: Zoe Di Rienzo

     

    Patricio Larrambebere
  • VERMELHOR-Performance para las gráficas urbanas olvidadas.
    VERMELHOR-Performance para las gráficas urbanas olvidadas.

    2009

    Foto: Zoe Di Rienzo

     

    Patricio Larrambebere
  • VERMELHOR-Performance para las gráficas urbanas olvidadas
    VERMELHOR-Performance para las gráficas urbanas olvidadas

    2009

    Foto: Zoe Di Rienzo

     

    Patricio Larrambebere
  • VERMELHOR-Performance para las gráficas urbanas olvidadas
    VERMELHOR-Performance para las gráficas urbanas olvidadas

    2009

    Foto: Zoe Di Rienzo

     

    Patricio Larrambebere
  • VERMELHOR-Performance para las gráficas urbanas olvidadas


    El ejercicio de la memoria gráfica urbana es un tópico reincidente en mi cuerpo de obra. En este caso lo denomino vermelhor (ver mejor-observar).

    Vermelhor es un neologismo que bien podría ser considerado dentro del idioma informal que se desarrolla en las fronteras entre Brasil, Argentina, Paraguay y Uruguay denominado portunhol o portuñol.

    Esta propuesta de performance consiste en el repintado parcial y reparación de algunas antiguas publicidades gráficas ubicadas en fachadas y terrazas de edificios situados en el centro de la ciudad de Porto Alegre.

    Es un señalamiento de estéticas ligadas a la historia del diseño gráfico local, el ejercicio de la memoria arquitectónica de la ciudad, la acción y presencia del oficio en el espacio público en tiempo real.

    Dos locaciones fueron intervenidas para la 7ma. Edición de la Bienal de Mercosul grito e escuta: un cartel luminoso de la desaparecida VASP (Viaçao Aérea Sao Paulo) y el cartel corpóreo de concreto en la terraza del edificio de la

    antigua compañía de seguros generales UNIAO.

    En el caso de VASP, se colocaron secciones faltantes de acrílico rojo que conviven con el acrílico azul original.

    En UNIAO se pintó con rojo sobre las letras corpóreas cubiertas en lienzo, debido a que el edificio forma parte del patrimonio histórico de la ciudad de Porto Alegre.

    Señalamiento Al pintar e intervenir parcialmente estos "residuos gráficos urbanos", señalo la existencia de los oficios, gráficas olvidadas en la memoria pública, empresas desaparecidas, espacios que han mutado en el tiempo y

    espacio de la ciudad.

    Un registro en video del desarrollo de la performance será proyectado en el Cais y sede central de la bienal en el espacio del proyecto texto público, curado por Artur Lescher.

    Patricio Larrambebere

     

  • Planta purificadora de agua auto suficiente para posible catástrofe post new age
    Planta purificadora de agua auto suficiente para posible catástrofe post new age

    2009


    Filtro de osmosis invertida, reactivos, sales minerales, neumaticos, barriles, carpa, cocina, tanque de 300 litros, redes, cañas, botellas vacias, escalera de bambu, madera, machimbre, caños de aluminio, barril de acero, remo, antena parabolica, bateria de auto.

    3 x 6 x 3 cm

    Foto: Del Re/Stein

     

    Eduardo Navarro
  • Planta purificadora de agua auto suficiente para posible catástrofe post new age
    Planta purificadora de agua auto suficiente para posible catástrofe post new age

    2009

    Filtro de osmosis invertida, reactivos, sales minerales, neumaticos, barriles, carpa, cocina, tanque de 300 litros, redes, cañas, botellas vacias, escalera de bambu, madera, machimbre, caños de aluminio, barril de acero, remo, antena parabolica, bateria de auto.

    3 x 6 x 3 m

    Foto: Del Re/Stein

     

    Eduardo Navarro
  • Planta purificadora de agua auto suficiente para posible catástrofe post new age
    Planta purificadora de agua auto suficiente para posible catástrofe post new age

    2009

    3 x 6 x 3 m.

    Filtro de osmosis invertida, reactivos, sales minerales, neumaticos, barriles, carpa, cocina, tanque de 300 litros, redes, cañas, botellas vacias, escalera de bambu, madera, machimbre, caños de aluminio, barril de acero, remo, antena parabolica, bateria de auto.

    Foto: Del Re/Stein

     

    Eduardo Navarro
  • Planta purificadora de agua auto suficiente para posible catástrofe post new age
    Planta purificadora de agua auto suficiente para posible catástrofe post new age

    2009

    Maqueta

    Eduardo Navarro
  • Flat Sounds: A caixinha de música de Cadu

    Com a obra Flat Sounds, Cadu interfere na via urbana e convida os motoristas para uma interação sonora. Reportagem de Emanuela Pegoraro.

    Cadu / Radiovisual
  • Sobre Flávio de Carvalho
    \"Uma experiência sobre a psychologia das multidões da qual resultou sério distúrbio.Domingo, às 15 horas, quando desfilava pelas ruas do centro da cidade a procissão de ´Corpus Christi´, um rapaz muito bem posto que se achava na esquina da rua Direita e praça do Patriarcha, não se descobriu conservando ostensivamente seu chapéu na cabeca. Os crentes, que acompanhavam o cortejo, revoltaram-se con essa atitude e exigiram em altos brados que ele se descobrisse. Ele, no entanto, sorrindo para a turba, não tirou o chapéu, embora o clamor da multidão já se tivesse transformado em franca ameaça. Foi então que inúmeros populares tentaram linchá-lo. Investindo contra ele. O rapaz pôs-se em fuga, ocultando-se na Leiteria Campo Bello, situada a rua de São Bento, até onde foi perseguido pelos mais exaltados. (...) Nas suas declarações, disse que, há tempos, se vem dedicando a estudos sobre a psychologia das multidões e tem mesmo alguns trabalhos inéditos sobre a matéria. Para melhor orientação do seus estudos, resolvera fazer uma experiência sobre ´a capacidade agressiva de uma massa religiosa à resistencia da força das leis civis, ou determinar se a força da crença é maior do que a força da lei e do respeito à vida humana´. (...) Terminou suas declarações dizendo que não visava ofender a religião do povo, pois esperava de fato que se verificasse tal reação.\" - O Estado de São Paulo, 9/junho/1931
  • Gilberto Esparza
    Artista mexicano, vive e trabalha na Cidade do México. Constrói com elementos eletrônicos simples do cotidiano, robôs que criam alterações na percepção do indivíduo na arte e na vida. Com discurso político apurado, levanta indagações sobre o papel do homem na sociedade e sua responsabilidade sobre o planeta. Na Mostra do Absurdo, o artista invade o galpão de exposição com inúmeras moscas robôs.
  • Moscas
    Moscas

    Parte do projeto Parásitos urbanos, 2006

    Motores de celular, células solares, fio de cobre

    Cortesia do artista

    Absurdo / autómata / espaço público / Gilberto Esparza / máquina
  • Experiência de Cinema
    Experiência de Cinema

    Experiência de Cinema, 2004/2005

    Projeção fotográfica sobre cortina de fumaça intermitente

    4 DVDs , 21' cada

    Fotografia: Ding Musa

    Rosângela Rennó
  • Ocupación
    Ocupación

    2007

    Performance

    Cortesia do artista

    Marcela Armas
  • Ocupación
    Ocupación

    2007

    Performance

    Cortesia do artista

    Marcela Armas
  • Ocupación
    Ocupación

    2007

    Performance

    Cortesia do artista

    Marcela Armas
  • Prototipo para una vida mejor #1
    Prototipo para una vida mejor #1

    2004

    Técnica: Volkswagen Kleinbus 1975 restaurada, acessórios de época, objetos variados, grama, Peral Japonês (Brachychiton Populneum) e artista.

    Fotografia: Pablo Rivera / Alejandro Muñoz / Felix Lazo

    A obra circulou durante um ano e meio em Santiago, Chile.

    Biografias Coletivas / Pablo Rivera
  • Prototipo para una vida mejor #1
    Prototipo para una vida mejor #1

    2004

    Técnica: Volkswagen Kleinbus 1975 restaurada, acessórios de época, objetos variados, grama, Peral Japonês (Brachychiton Populneum) e artista.

    Fotografia: Pablo Rivera / Alejandro Muñoz / Felix Lazo

    A obra circulou durante um ano e meio em Santiago, Chile.

    Biografias Coletivas / Pablo Rivera
  • Prototipo para una vida mejor #1
    Prototipo para una vida mejor #1

    2004

    Técnica: Volkswagen Kleinbus 1975 restaurada, acessórios de época, objetos variados, grama, Peral Japonês (Brachychiton Populneum) e artista.

    Fotografia: Pablo Rivera / Alejandro Muñoz / Felix Lazo

    A obra circulou durante um ano e meio em Santiago, Chile.

    Biografias Coletivas / Pablo Rivera
  • Prototipo para una vida mejor #1
    Prototipo para una vida mejor #1

    2004

    Técnica: Volkswagen Kleinbus 1975 restaurada, acessórios de época, objetos variados, grama, Peral Japonês (Brachychiton Populneum) e artista.

    Fotografia: Pablo Rivera / Alejandro Muñoz / Felix Lazo

    A obra circulou durante um ano e meio em Santiago, Chile.

    Biografias Coletivas / Pablo Rivera
  • Prototipo para una vida mejor #1
    Prototipo para una vida mejor #1

    2004

    Técnica: Volkswagen Kleinbus 1975 restaurada, acessórios de época, objetos variados, grama, Peral Japonês (Brachychiton Populneum) e artista.

    Fotografia: Pablo Rivera / Alejandro Muñoz / Felix Lazo

    A obra circulou durante um ano e meio em Santiago, Chile.

    Biografias Coletivas / Pablo Rivera

Texto Público

A exposição reúne artistas que postulam um diálogo ativo com a cidade, que resignificam, ao modo de um texto público:

A curadoria é um plano.

Um plano de ocupação e de uso das forças e pulsações que ocorrem no espaço urbano.

Os artistas desta curadoria trabalham os elementos materiais e simbólicos do espaço público.

Interessam artistas que trabalhem a cidade como matéria de seus projetos.

Interessam os artistas que produzam formas poéticas a partir dos fenômenos urbanos.

Interessam os trabalhos visíveis e os invisíveis, que ocupem fisicalidades sutis como o ar e o espaço sonoro, as vias públicas e os meios de comunicação.

Interessa devolver à cidade os espaços  assim como se encontravam, livres de acréscimos materiais, e que os resíduos sejam da ordem das memórias e dos significados. 

A exposição ocorrerá em sua maior parte no espaço público de Porto Alegre a partir de vários vetores de investigação:

i. Iluminação: Trabalhos que tornem visíveis pontos estratégicos da cidade

ii. Irradiação: Uma rádio com transmissão aberta a  todos os artistas participantes da Bienal (ver abaixo).

iii. Transitórios Ambulantes: Trabalhos sobre os  fluxos e dinâmicas do espaço e tempo urbano.

iv. Pontos no mapa: Uma rede de projetos na Bienal e na cidade articularão, juntas, um novo texto expandido. Além disso, a exposição terá uma base em um dos armazéns do porto. Aqui, esta curadoria contempla a instalação de uma estação da Radiovisual, a rádio criada especialmente para a Bienal.  

Public Text

The exhibition has gathered together artists that require an active dialogue with the city, reconfigured in a manner of a  public text: 

The curating approach here is a plan.

A plan of occupation and of forces and pulses existing in the urban space.

In this curating approach, the artists work the symbolic and material elements of the public space.

We are interested in artists working the city as material for their projects.

We are interested in artists producing poetic forms out of urban phenomena.

We are interested in visible and invisible works, which can occupy subtle physical ties like the air and the sound space, urban space and the media.

We are interested in giving back to the city, its spaces as they were, without adding materials, so that the waste will consist of memories and meanings.

The exhibition will mainly take place in the public spaces of Porto Alegre, basing  itself on several lines of investigation:

 i. Illumination: Works that render visible strategic points of the city.

ii. Wavelengths: Open radio transmissions to all the artists that are taking part in the Biennial (see below).

iii. Transitory and Ambulant: Works about the flux and dynamic of the time and of the urban space.

iv. Points on the Map: A net of projects at the Biennial and at the city, have together given expression to a new and amplified text. In addition, the exhibition will be held in one of the warehouses of the Quayside. Here, the Biennial looks at the creation of a radio installation - Radiovisual - the radio commissioned especially for the Biennial.